Um ano após ser atingida por carga de 1 tonelada de leite condensado, mulher se movimenta com andador no RS
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Um ano após ser atingida por carga de 1 tonelada de leite condensado, mulher se movimenta com andador no RS

Publicado em 09/03/2026 , por G1

Caso aconteceu em março de 2025 em um estabelecimento de Canoas. Episódio foi registrado em vídeo e viralizou nas redes sociais.

Cliente é 'engolida' por carga de leite condensado após queda de palete em mercado no RS

A vida de uma jovem mudou após um acidente dentro de um supermercado de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. No dia 9 de março do ano passado, ela foi atingida por um carregamento de uma tonelada de caixas de leite condensado.

Um ano depois, a mulher de 20 anos ainda está em recuperação. A advogada dela, Michelle Martins, disse ao g1 que ela segue fazendo sessões de fisioterapia e se movimenta com ajuda de andador.

O episódio foi registrado em vídeo (relembre acima). Nas imagens, é possível ver o funcionário do Via Atacadista operando o equipamento, enquanto a cliente passeia pelas gôndolas e observa os produtos. Na sequência, o maquinário tomba e atinge a mulher.

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Pessoas que estavam em corredores próximos ajudaram a retirar as caixas de leite condensado que estavam sobre a cliente ferida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado.

A mulher atingida foi encaminhada ao Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre e, posteriormente, transferida para o Hospital São Lucas da PUCRS, com os custos arcados pelo Via Atacadista.

Ela passou por uma cirurgia e colocou 12 pinos na região do abdômen. Além disso, a vítima também foi submetida a operações em um dedo, nas costas e na clavícula, todas realizadas durante a mesma intervenção cirúrgica.

Em conversa com a reportagem em maio do ano passado, a mulher relatou que havia saído com o marido e o filho para uma passada rápida no supermercado. O homem teve fratura em um dos braços. O bebê, que tinha seis meses na época, saiu ileso.

O caso foi investigado pela Polícia Civil, e o inquérito foi remetido à Justiça um mês depois do acidente. O funcionário que manuseava a empilhadeira firmou termo circunstanciado – empregado em caso de delitos com menor potencial ofensivo – por lesão corporal culposa (quando não há intenção de ferir). O homem foi demitido no dia 20 de março de 2025.

O termo circunstanciado foi enviado para a Justiça.

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Fonte: G1

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