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MPF denuncia 13 ex-executivos da Americanas por fraudes de R$ 25 bilhões
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MPF denuncia 13 ex-executivos da Americanas por fraudes de R$ 25 bilhões

Publicado em 02/04/2025

Caso, que levou a empresa a pedir recuperação judicial, tramita na Justiça Federal do Rio de Janeiro; segundo a denúncia, o ex-CEO liderava um esquema de manipulação contábil

Ministério Público Federal (MPF) denunciou 13 ex-executivos do Grupo Americanas por fraudes contábeis que somam cerca de R$ 25 bilhões. O caso, que levou a empresa a pedir recuperação judicial, tramita na Justiça Federal do Rio de Janeiro. Segundo a denúncia, o ex-CEO Miguel Gutierrez liderava um esquema de manipulação contábil para inflar artificialmente os lucros da companhia e valorizar suas ações. Outros 12 ex-executivos também foram denunciados: Anna Saicali (ex-CEO da B2W), Timotheo Barros e Marcio Cruz (ex-vice-presidentes), além de ex-diretores e executivos como Carlos Padilha, João Guerra, Murilo Corrêa, Maria Christina Nascimento, Fabien Picavet, Raoni Fabiano, Luiz Augusto Saraiva Henriques, Jean Pierre Lessa e Santos Ferreira.

A investigação da Polícia Federal (PF) indica que as fraudes ocorreram entre fevereiro de 2016 e dezembro de 2022, período em que Gutierrez comandou a empresa. O esquema permitia que ações do Grupo Americanas, Lojas Americanas e B2W fossem sobrevalorizadas no mercado, prejudicando credores e acionistas. Entre as provas apresentadas pelo MPF estão e-mails, mensagens de WhatsApp e documentos que evidenciam a discrepância entre a contabilidade real e a manipulada. Conversas entre os envolvidos mostram tentativas de esconder as fraudes de auditorias. Além disso, três ex-executivos firmaram acordos de colaboração premiada e detalharam o esquema. 

As fraudes incluíam o registro de operações de crédito como faturamento, distorcendo os balanços financeiros. O rombo contábil veio à tona em 11 de janeiro de 2023, quando a nova direção da Americanas revelou “inconsistências nos lançamentos contábeis”. Dias depois, o então CEO, Sergio Rial, deixou o cargo menos de dez dias após assumir. As ações da companhia despencaram, resultando em uma perda de valor superior a R$ 70 bilhões.

A defesa de Timotheo Barros afirmou, em nota, vai examinar a acusação e, “como sempre, procurar demonstrar na Justiça, com mais elementos, o que denota rápida leitura: açodamento dos acusadores e a ausência de imparcialidade no exame dos fatos”. A Jovem Pan não conseguiu falar com as defesas dos outros acusados. O espaço está aberto para qualquer manifestação.

Fonte: Jovem Pan - 01/04/2025

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