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Loja suspende sofás para consumidores não sentarem
Publicado em 18/11/2015
Se você estiver andando por uma loja de varejo e algum produto te chamar atenção, vai querer tocar e analisar ele para decidir se vai comprá-lo ou não, certo? Com um sofá, não seria diferente. A primeira ação é sentar nele para conferir se é ou não confortável. Essa experiência, no entanto, não foi possível aos clientes de uma loja do Ponto Frio no centro do Rio de Janeiro, localizada na Rua Uruguaiana, em pleno polo de comércio popular.
Como está registrado na foto, os sofás foram suspensos justamente para evitar que alguém se sente. O motivo alegado pela loja foi que as pessoas usavam o produto para descansar, e que não eram possíveis clientes.
Além dos sofás, a loja também costuma desligar as televisões que estão em exposição, para evitar que pessoas que não as comprariam ficassem paradas assistindo à programação. Porém, evitando o público “não comprador”, pode estar, ao mesmo tempo, tirando a possibilidade dos clientes interessados experimentarem a qualidade de imagem e de som, por exemplo.
A loja já voltou os sofás para a posição correta, mas as televisões continuam desligadas.
Mas será que essa foi uma boa tática adotada pela empresa? Na expectativa de espantar pessoas que supostamente não seriam clientes, qual foi a vantagem? As vendas aumentaram? Não deixar que os consumidores toquem e experimentem o produto a venda é uma ação arriscada. Além de ser um desrespeito ao consumidor, a prática pode espantar clientes e abrir espaço aos concorrentes que permitem o uso do produto. O que achou da medida do Ponto Frio? Deixe um comentário contando!
Como está registrado na foto, os sofás foram suspensos justamente para evitar que alguém se sente. O motivo alegado pela loja foi que as pessoas usavam o produto para descansar, e que não eram possíveis clientes.
Além dos sofás, a loja também costuma desligar as televisões que estão em exposição, para evitar que pessoas que não as comprariam ficassem paradas assistindo à programação. Porém, evitando o público “não comprador”, pode estar, ao mesmo tempo, tirando a possibilidade dos clientes interessados experimentarem a qualidade de imagem e de som, por exemplo.
A loja já voltou os sofás para a posição correta, mas as televisões continuam desligadas.
Mas será que essa foi uma boa tática adotada pela empresa? Na expectativa de espantar pessoas que supostamente não seriam clientes, qual foi a vantagem? As vendas aumentaram? Não deixar que os consumidores toquem e experimentem o produto a venda é uma ação arriscada. Além de ser um desrespeito ao consumidor, a prática pode espantar clientes e abrir espaço aos concorrentes que permitem o uso do produto. O que achou da medida do Ponto Frio? Deixe um comentário contando!
Fonte: Reclame Aqui - 17/11/2015
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