Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, puxada pelo agro
Publicado em 03/03/2026 , por Mariza Sabino
Dados foram divulgados nesta terça-feira (3) e são referentes ao último trimestre do ano passado; números mostram economia estável
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou os números do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil referente ao último trimestre de 2025 nesta terça-feira (3). Os dados mostram um crescimento de 2,3% em comparação com o trimestre anterior, o que significa uma economia estável no final do ano, somando um valor nominal de R$ 12,7 trilhões.
O resultado, que superou as expectativas iniciais do mercado financeiro - que orbitavam em torno de 1,9% -, reflete um mercado de trabalho aquecido e a estabilização dos preços de serviços, alcançando R$ 59.687,49.
A i ndústria registrou um crescimento anual de 1,4%, desacelerando em relação à alta de 1,7% no trimestre anterior. No setor de serviços, houve uma aceleração para 1,8% e o setor agropecuário teve e bateu a marca de 11,7%, um crescimento discreto em relação aos 10,1% registrados no último trimestre.
O motor dos serviços e consumo
O consumo das famílias, um dos principais componentes da demanda, manteve o ritmo de alta durante os quatro trimestres e acelerou em 1,3% em relação ao ano anterior, por outro lado, os investimentos perderam força, subindo 1,0%. Para o CEO da Referência Capital, Pedro Ros, os números mostram uma solidez macroeconômica do Brasil e reduz pressões sobre o câmbio.
“A redução do déficit em transações correntes para abaixo de 3% do PIB reforça a solidez macroeconômica do país e melhora a leitura de risco Brasil, especialmente sob a ótica de sustentabilidade externa. Esse movimento reduz pressões estruturais sobre o câmbio e amplia a previsibilidade para decisões de investimento. É verdade que parte desse ajuste vem da desaceleração da atividade, o que tende a deixar o crédito mais criterioso, com foco maior em garantias e qualidade de fluxo de caixa. Para o investidor, o momento pede disciplina e boa alocação, priorizando ativos reais, geração de renda e estruturas que protejam capital no longo prazo”, explicou.
Fonte: economia.ig - 03/03/2026
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