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Físico dá dicas de como escolher as luzes usadas na decoração de Natal
Publicado em 17/11/2015
Especialista de São Carlos explica a diferença entre os tipos de pisca-pisca. Recomendações do Inmetro evitam o superaquecimento e os curto-circuitos.
O fim do ano se aproxima e a iluminação natalina começa a fazer parte da paisagem das cidades e das contas de energia elétrica. Segundo o físico Hebert Alexandre, de São Carlos (SP), algumas escolhas fazem os gastos subirem, mas é possível decorar os imóveis com segurança e com um aumento mínimo da tarifa.
“Na hora da escolha, da compra, o consumidor precisa observar na embalagem a potência, a voltagem, se vai utilizar no 100V ou 220V, os dados do fabricante e também se o plugue da conexão tem o selo do Inmetro", afirmou, destacando as lâmpadas LED.
"O importante para o consumidor é observar dois pontos: um é a segurança e o outro é a economia. A diferença entre o LED e a lâmpada incandescente para o pisca-pisca é a potência. O LED vai ser muito mais econômico, além de ter uma durabilidade maior”, explicou Alexandre.
O especialista afirmou que o consumo de LED chega a ser 10 vezes menor do que o das lâmpadas tradicionais e que esse tipo de tecnologia também é mais segura.
"O LED, se ficar ligado a noite toda, no final do mês vai impactar em R$ 1 a conta de energia elétrica, enquanto a lâmpada incandescente, R$ 10. O LED é mais seguro e existem dois tipos: para uso interno e a mangueira, para uso externo", finalizou.
Dicas do Inmetro
No Brasil, as luminárias natalinas são regulamentadas pela portaria nº 27/00, do Inmetro, e devem atender requisitos obrigatórios, como apresentar na embalagem detalhes em português sobre tensão, corrente, potência máxima do conjunto e marca do fabricante ou importador.
Os plugues devem possuir pinos de 4 mm e os produtos não podem conter material ferroso em seus condutores, algo que pode ser testado com um ímã. Se a peça ficar grudada ao pisca-pisca, é um indício de irregularidade e há risco de curto-circuito.
Também é preciso ficar atento ao uso dos piscas em locais próximos à água e tomar cuidado na hora de regar as árvores que servem de base para a iluminação.
Como a água conduz energia, há possibilidade de choques elétricos e o Inmetro recomenda o uso de modelos em que as lâmpadas são dispostas dentro de mangueiras plásticas, considerados mais seguros.
Outras recomendações são seguir a voltagem indicada ao substituir lâmpadas queimadas, evitando o risco de superaquecimento, adquirir os produtos em estabelecimentos formais, exigir a nota fiscal e desconfiar de jogos de lâmpadas que queimam rapidamente ou que apresentam sinais de fusão, pois isso é um indicativo de defeitos e o material, de acordo com o Inmetro, não deve ser usado.
O fim do ano se aproxima e a iluminação natalina começa a fazer parte da paisagem das cidades e das contas de energia elétrica. Segundo o físico Hebert Alexandre, de São Carlos (SP), algumas escolhas fazem os gastos subirem, mas é possível decorar os imóveis com segurança e com um aumento mínimo da tarifa.
“Na hora da escolha, da compra, o consumidor precisa observar na embalagem a potência, a voltagem, se vai utilizar no 100V ou 220V, os dados do fabricante e também se o plugue da conexão tem o selo do Inmetro", afirmou, destacando as lâmpadas LED.
"O importante para o consumidor é observar dois pontos: um é a segurança e o outro é a economia. A diferença entre o LED e a lâmpada incandescente para o pisca-pisca é a potência. O LED vai ser muito mais econômico, além de ter uma durabilidade maior”, explicou Alexandre.
O especialista afirmou que o consumo de LED chega a ser 10 vezes menor do que o das lâmpadas tradicionais e que esse tipo de tecnologia também é mais segura.
"O LED, se ficar ligado a noite toda, no final do mês vai impactar em R$ 1 a conta de energia elétrica, enquanto a lâmpada incandescente, R$ 10. O LED é mais seguro e existem dois tipos: para uso interno e a mangueira, para uso externo", finalizou.
Dicas do Inmetro
No Brasil, as luminárias natalinas são regulamentadas pela portaria nº 27/00, do Inmetro, e devem atender requisitos obrigatórios, como apresentar na embalagem detalhes em português sobre tensão, corrente, potência máxima do conjunto e marca do fabricante ou importador.
Os plugues devem possuir pinos de 4 mm e os produtos não podem conter material ferroso em seus condutores, algo que pode ser testado com um ímã. Se a peça ficar grudada ao pisca-pisca, é um indício de irregularidade e há risco de curto-circuito.
Também é preciso ficar atento ao uso dos piscas em locais próximos à água e tomar cuidado na hora de regar as árvores que servem de base para a iluminação.
Como a água conduz energia, há possibilidade de choques elétricos e o Inmetro recomenda o uso de modelos em que as lâmpadas são dispostas dentro de mangueiras plásticas, considerados mais seguros.
Outras recomendações são seguir a voltagem indicada ao substituir lâmpadas queimadas, evitando o risco de superaquecimento, adquirir os produtos em estabelecimentos formais, exigir a nota fiscal e desconfiar de jogos de lâmpadas que queimam rapidamente ou que apresentam sinais de fusão, pois isso é um indicativo de defeitos e o material, de acordo com o Inmetro, não deve ser usado.
Fonte: G1 - 16/11/2015
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