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Teste constata excesso de água no frango congelado
Publicado em 01/12/2015
PROTESTE não detectou resíduos de antibióticos em nenhuma das nove marcas analisadas, mas havia problema de higiene em três delas.
O frango congelado não pode ter excesso de água em forma de gelo. É um dano considerável ao bolso dos consumidores, que recebem uma cota extra de água, e menos carne, e configura-se fraude. Mas três de nove marcas avaliadas pela PROTESTE continham excesso de água acima dos limites permitidos. Uma delas, a Rica, foi mal avaliada pela terceira vez, mas melhorou em relação aos testes anteriores.
Os frangos congelados inteiros da Rica (6,72%), Averana (9,16%) e Confina (10,58%) apresentaram índices superiores ao limite de 6% de água no peso da carcaça do frango congelado. Esse problema é uma preocupação da PROTESTE, que desde 2009 faz testes para avaliar se a antiga fraude continua castigando o consumidor brasileiro, beneficiada por fiscalização insuficiente.
O teste também avaliou a higiene dos produtos. Três marcas foram reprovadas nesse critério: Rica, Alliz e Copacol, porque foram detectados micro-organismos indicadores de falta de higiene, e que podem causar problemas para a saúde do consumidor. Os produtos só não foram eliminados porque é o tipo de alimento que, necessariamente, passará por cozimento antes do consumo e, assim, os micro-organismos nocivos à saúde humana morrem.
No entanto, vale destacar o risco da contaminação cruzada: imagine que o frango possui micro-organismos patogênicos e a água que ele solta se espalhe sobre a pia. Caso outro alimento tenha contato com aquela água e seja consumido cru, como uma alface, por exemplo, pode haver contaminação.
Evite comer frango ou outras carnes mal cozidas, até porque o uso indiscriminado de antibióticos na criação animal contribui para a geração de bactérias cada vez mais resistentes. Dessa maneira, para o cozimento completo, o ideal é que o fogo esteja em temperatura acima de 62ºC por pelo menos 15 minutos.
Não foram encontrados resíduos de antibióticos em nenhuma das marcas. Também não foram detectados problemas no aspecto, coloração e consistência. O odor e sabor eram adequados.
Na análise de rotulagem, as marcas Alliz, Averama, Canção, Confina e Sadia não informavam o lote, embora apresentassem data de fabricação e validade. Trata-se de informação importante, pois quando há um problema com o produto, a identificação do lote permite uma melhor rastreabilidade para o recolhimento.
O Sadia foi o mais apreciado pelos consumidores, levando-o aos títulos de o melhor do teste e a escolha certa.
Desde 2010 há legislação, para cortes de frango, que contempla a realização de análise química para medir a proporção entre umidade e proteína na carne, com parâmetros variáveis conforme o tipo de corte.
Entretanto, para o frango inteiro, a avaliação do teor de líquido perdido deve ser realizada após o descongelamento do produto na embalagem. A Portaria nº 210/1998 delimita que carcaças de aves podem ter até 6% de água após descongeladas.
Foram avaliados frangos das marcas: Alliz, Averama, Canção, Confina, Copacol, Flamboiã, Rica, Sadia e Seara.
O frango congelado não pode ter excesso de água em forma de gelo. É um dano considerável ao bolso dos consumidores, que recebem uma cota extra de água, e menos carne, e configura-se fraude. Mas três de nove marcas avaliadas pela PROTESTE continham excesso de água acima dos limites permitidos. Uma delas, a Rica, foi mal avaliada pela terceira vez, mas melhorou em relação aos testes anteriores.
Os frangos congelados inteiros da Rica (6,72%), Averana (9,16%) e Confina (10,58%) apresentaram índices superiores ao limite de 6% de água no peso da carcaça do frango congelado. Esse problema é uma preocupação da PROTESTE, que desde 2009 faz testes para avaliar se a antiga fraude continua castigando o consumidor brasileiro, beneficiada por fiscalização insuficiente.
O teste também avaliou a higiene dos produtos. Três marcas foram reprovadas nesse critério: Rica, Alliz e Copacol, porque foram detectados micro-organismos indicadores de falta de higiene, e que podem causar problemas para a saúde do consumidor. Os produtos só não foram eliminados porque é o tipo de alimento que, necessariamente, passará por cozimento antes do consumo e, assim, os micro-organismos nocivos à saúde humana morrem.
No entanto, vale destacar o risco da contaminação cruzada: imagine que o frango possui micro-organismos patogênicos e a água que ele solta se espalhe sobre a pia. Caso outro alimento tenha contato com aquela água e seja consumido cru, como uma alface, por exemplo, pode haver contaminação.
Evite comer frango ou outras carnes mal cozidas, até porque o uso indiscriminado de antibióticos na criação animal contribui para a geração de bactérias cada vez mais resistentes. Dessa maneira, para o cozimento completo, o ideal é que o fogo esteja em temperatura acima de 62ºC por pelo menos 15 minutos.
Não foram encontrados resíduos de antibióticos em nenhuma das marcas. Também não foram detectados problemas no aspecto, coloração e consistência. O odor e sabor eram adequados.
Na análise de rotulagem, as marcas Alliz, Averama, Canção, Confina e Sadia não informavam o lote, embora apresentassem data de fabricação e validade. Trata-se de informação importante, pois quando há um problema com o produto, a identificação do lote permite uma melhor rastreabilidade para o recolhimento.
O Sadia foi o mais apreciado pelos consumidores, levando-o aos títulos de o melhor do teste e a escolha certa.
Desde 2010 há legislação, para cortes de frango, que contempla a realização de análise química para medir a proporção entre umidade e proteína na carne, com parâmetros variáveis conforme o tipo de corte.
Entretanto, para o frango inteiro, a avaliação do teor de líquido perdido deve ser realizada após o descongelamento do produto na embalagem. A Portaria nº 210/1998 delimita que carcaças de aves podem ter até 6% de água após descongeladas.
Foram avaliados frangos das marcas: Alliz, Averama, Canção, Confina, Copacol, Flamboiã, Rica, Sadia e Seara.
Fonte: Proteste - proteste.org.br - 30/11/2015
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