Funcionária suspeita de dar golpe de R$ 200 mil foi presa pouco antes de embarcar para o Rio de Janeiro
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Funcionária suspeita de dar golpe de R$ 200 mil foi presa pouco antes de embarcar para o Rio de Janeiro

Publicado em 09/06/2026 , por G1

Suspeita teria transferido R$ 137 mil via Pix para os pais e gasto outros R$ 68 mil em compras parceladas no cartão corporativo da empresa, segundo advogada da loja.

Empresária chora ao contar que funcionária presa desviou R$ 130 mil

A funcionária suspeita de desviar cerca de R$ 200 mil de uma loja de roupas em Goiânia foi presa poucas horas antes de embarcar para o Rio de Janeiro, segundo a Polícia Civil. A mulher trabalhava no setor financeiro da empresa e é investigada por furto qualificado mediante abuso de confiança.

De acordo com a corporação, a suspeita já havia feito check-in para a viagem quando equipes policiais intensificaram as diligências e efetuaram a prisão. Ela foi presa em flagrante na quarta-feira (3) e teve a prisão convertida em preventiva. O nome dela não foi divulgado e, por isso, a reportagem não localizou a defesa.

Empresa diz que desvios ocorreram enquanto empresária acompanhava avó na UTI

A empresária Júlia Galvão, dona da loja Ambrô, publicou um vídeo nas redes sociais chorando ao comentar o caso. Segundo ela, os desvios aconteceram enquanto cuidava da avó internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Júlia afirmou ainda que a investigada era uma pessoa de confiança e frequentava momentos importantes da vida pessoal dela.

Segundo a advogada da empresa, Gilsara Lourenço, os valores identificados até o momento chegam a aproximadamente R$ 200 mil. Desse total, R$ 137 mil teriam sido enviados por Pix para contas dos pais da investigada e outros R$ 68 mil foram gastos em compras parceladas no cartão corporativo da empresa.

A advogada confirmou ainda que a suspeita continuava trabalhando normalmente na empresa quando as movimentações financeiras foram descobertas.

Polícia investiga participação de outras pessoas

Segundo a Polícia Civil, a investigada teria realizado transferências bancárias indevidas para contas de familiares, além de utilizar recursos do cartão corporativo para compras particulares e aquisição de passagens aéreas.

O delegado Daniel Marcelino, responsável pelo caso, afirmou anteriormente que o destino dos valores ainda está sendo apurado pela investigação.

A polícia informou que as diligências continuam para verificar a possível participação de outras pessoas e tentar recuperar os valores supostamente desviados.

Em nota, a Ambrô afirmou que já apresentou documentos, registros financeiros e demais elementos comprobatórios às autoridades responsáveis pela investigação. A empresa declarou ainda que a operação segue normalmente, “sem qualquer impacto para clientes, parceiros comerciais, fornecedores ou colaboradores”.

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Fonte: G1 - 09/06/2026

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